Viaduto Santa Tereza, em Belo Horizonte, durante o carnaval de 2019

Foto: Dalila Coelho

Carnaval de BH:

olhares artísticos e musicais

Às 22h de uma segunda-feira, os integrantes da banda Garotas Solteiras começaram a chegar a um estúdio de Belo Horizonte (MG). Era o melhor horário para que deixassem seus demais compromissos e pudessem ensaiar a sua participação na festa Sensualiza Beagá, que tinha a banda derivada do bloco de carnaval como principal atração.

 

Como de costume, às 20h de uma terça-feira, o público começava a chegar ao Tranquilo, projeto de escuta da MPB autoral de Belo Horizonte, idealizado por Thales Silva – um dos fundadores do bloco Juventude Bronzeada. Lá também estavam Bia Nogueira, integrante do bloco Sagrada Profana, e Octávio Cardozzo, integrante do Corte Devassa e fundador do Haja Amor, onde fariam um show e apresentariam suas carreiras musicais autorais.

 

Nessas duas histórias, já foi implicitamente mencionada uma série de ritmos musicais variados, tendo em vista o repertório dos blocos de carnaval, o estilo da carreira solo do artistas e as propostas da festa e do projeto. Esse é um fenômeno que, para além da comum cena autoral belo-horizontina, persiste e enriquece o carnaval de BH.

 

É sobre esses três temas que o Sempre Carnaval se dispõe a falar sobre. Parafraseando Carlos Bolívia, um dos entrevistados deste projeto, é impossível não ser injusto. Tem, sim, muitos outros blocos, ritmos e artistas que compõem a festa popular de BH e que não estão citados aqui. Mas por que não partir deste lugar comum?

Toxic (Ensaio) - Garotas Solteiras
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